Usinas fotovoltaicas devem investir na proteção contra atividades criminosas

O crescimento acelerado das UFV’s (Usinas Fotovoltaicas), especialmente no interior dos estados brasileiros, fez com que o país chegasse ao oitavo lugar no ranking internacional de potência operacional solar em 2022, com 24 gigawatts (GW). No entanto, esse crescimento acelerado focou muito na redução de custos, o que também gerou uma enorme ameaça ao setor: o aumento nas atividades criminosas como roubos, ataques e invasões, como visto em Minas Gerais e em Teresina (PI), por exemplo.

Dados de 2022 da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontam que existem cerca de 500 mil UFV’s em operação no Brasil. Ainda de acordo com a entidade, a energia solar é a segunda matriz elétrica mais utilizada no país, com 15,8% (34.853 MW) de participação em outubro, sendo superada apenas pela hídrica (49,9%) e estando à frente de eólica (12,2%) e gás natural (8%).

“A construção de soluções integradas, sob medida, altamente escalonáveis e que contemplem todos os níveis operacionais precisa ser vista como uma importante forma de investir e se prevenir contra essa situação. Investimentos em tecnologia de monitoramento remoto, coleta de dados, comandos, automação e IoT devem ser interligados a um centro operacional remoto único, fazendo com que as decisões sejam tomadas de forma mais rápida e precisa”, explica Anderson Padilha, diretor de Novos Negócios do Grupo Brako.

Com sistemas supervisórios, o monitoramento, a coleta e o controle de dados em campo se torna viável mesmo à distância. Assim, é possível mitigar o risco e a necessidade do incremento de equipes em campo, já que as manobras de controle poderão ser realizadas remotamente. Além disso, também aumenta a segurança dos funcionários.

“Técnicas orientadas por dados e da Indústria 4.0 são temas importantes para o setor de energia, pois a indústria trabalha para reduzir o número de intervenções humanas e aposta na digitalização e modernização da planta energética renovável. Hoje em dia, é muito importante ter um centro de operação da geração (COG) funcionando 24 horas, 7 dias da semana”, completa o especialista, que possui 25 anos de experiência no mercado de segurança eletrônica.

Padilha acredita que as novas ameaças são uma oportunidade para o segmento entender os desafios na concepção de projetos de missão crítica (como subestações, usinas e linhas de transmissão). Ele afirma que ter precaução é melhor do que esperar algo acontecer para, só então, buscar proteção.

“Nós, profissionais, temos que olhar além dos objetivos e metas da corporação. Precisamos focar também no desenvolvimento do senso crítico das pessoas e stakeholders, que participam da tomada de decisão. Temos a chance de desenvolver soluções e projetos disruptivos com as mais novas ferramentas e tecnologias”, complementa.

ATUAÇÃO  – A Brako e seus especialistas desenvolvem projetos viáveis, disruptivos, abrangentes e integrados desde a sua concepção, considerando sempre a visão “do todo” independentemente da forma de implantação (global, faseada, sob demanda), com foco na otimização dos resultados. A companhia possui mais de 250 mil dispositivos de segurança vendidos em projetos públicos e privados.

“Os maiores bancos públicos e privados com abrangência nacional possuem soluções de segurança fornecidas pela Brako. Também ajudamos na implantação do ISPS Code no Porto do Itaqui (MA). Nossas soluções abrangem Smart Cities, instituições financeiras, aeroportos, construções. Desta forma, estamos em vantagem competitiva na criação, com iniciativas à prova de futuro”, conclui Padilha.

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